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sábado, agosto 25, 2012
'O consultor António Borges e a sua equipa precisam de estudar um pouco mais que é para isso que lhes pagamos'
No blogue VAI e VEM, de Estrela Serrano: "Uma vez que o Governo e o seu consultor António Borges, sobre o serviço público conhecem apenas alguns custos e acham “interessante” e “atraente” fechar a RTP2 porque” é cara e é vista por pouca gente”, aqui ficam alguns dados sobre o que a RTP2 representa em termos de diversidade e complementaridade quando comparada com a sua congénere pública RTP1 e as duas privadas SIC e TVI. Não sei se se o Governo e o seu consultor sabem o que são macro géneros mas os gráficos são fáceis de ler. (...)" [artigo integral]
'RTP: António Borges foi o homem do balão'
No blogue VAI E VEM, de Estrela Serrano: "A estratégia é conhecida por “balão de ensaio” e tem vários níveis de sofisticação. É delineada nas altas esferas e é geralmente aplicada através de “fugas” de informação dirigidas a certos jornais “próximos” por intermédio de jornalistas “de confiança”.
Esta estratégia, tudo o indica, foi agora utilizada pelo Governo, a propósito da RTP, com algum grau de sofisticação. Mas há sempre alguma coisa que escapa ao controle e ajuda a perceber mais do que aquilo que se diz.
Neste caso, importa analisar todos os pormenores do que veio a público e do que é possível perceber do que não veio, porque eles fornecem sinais sobre o que verdadeiramente se prepara para a RTP. (...)" [artigo integral]
segunda-feira, julho 09, 2012
'ERC vítima de pressões. Inaceitáveis mas legítimas?
No Expresso, a opinião de Daniel Oliveira: "O rigor com que os senhores da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) trabalham ficou, na semana passada, mais uma vez, evidente. Carlos Magno confessou que aprovou a deliberação da ERC convencido que lá estava escrito que tinha existido "uma pressão inaceitável" de Miguel Relvas à jornalista do "Público". Não estava. Estamos a falar do presidente de uma entidade reguladora que tem ali a sua principal atividade profissional. Estamos a falar da deliberação mais relevante, pelo menos do ponto de vista da opinião pública, desde que preside à entidade reguladora. E Carlos Magno não sabia muito bem o que estava escrito na versão final." [artigo integral]
sexta-feira, junho 29, 2012
'Nojo permanente'
No DN, por Fernanda Câncio: "Ao contrário de tanta gente que no passado recente acendeu tochas à menção da palavra "assessor" e agora ou está calada ou até, imagine-se, integra a assessoria de um ministério, acho que se trata de um trabalho como outro qualquer. E não alinho no culto de uma pretensa "pureza" dos jornalistas. Mas enquanto o jornalismo for, pelo menos formalmente, uma profissão com regras, convém que as regras façam sentido e sejam, pelo menos no mínimo, respeitadas." [artigo integral]
domingo, janeiro 22, 2012
«'Prós & Prós' em Luanda, Relvas & Fátima em Portugal»
No Correio da Manhã, por Eduardo Cintra Torres: "O Prós e Contras transvestido de ‘Reencontro’ e transmitido de Luanda pela RTP 1 representa o pior do chamado "serviço público" de TV. Foi uma operação governamental de propaganda e de política externa por via mediática, a que a RTP se prestou, ofendendo os princípios da liberdade e da independência editorial. O programa não se chamou Prós e Contras certamente porque a Direcção de Informação da RTP não se quis sujar com a porcaria a que Fátima Campos Ferreira e o "director-geral", Luís Marinho, sujeitaram o operador do Estado." [artigo integral]
quarta-feira, maio 04, 2011
'O jornalismo de joelhos'
No blogue Ponto Media, do jornalista António Granado: "NENHUM jornal foi autorizado ontem a fazer fotografias da importante comunicação ao país do primeiro-ministro José Sócrates. A decisão foi, mais uma vez, só haver fotografias feitas pelo fotógrafo oficial do gabinete do primeiro-ministro, Ricardo Oliveira. Decisão inaceitável a todos os títulos, apesar de nenhum jornal se atrever hoje a referi-la. (...)" [post integral]
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sexta-feira, março 04, 2011
«#jvq: O jornal da Vanessa Quitério e um “tweeturial” sobre jornalismo e online»
No Certamente! do Paulo Querido: "Foi uma “tweetsoirée” interessante. Começou porque a Vanessa Quitério, como é recorrente, começou a falar sobre as dificuldades dos novos jornalistas em encontrarem trabalho remunerado. A conversa pegou viral na hashtag #jvq (Jornal da Vanessa Quitério)." [post integral]
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terça-feira, fevereiro 22, 2011
«SIC Notícias suspende Plano Inclinado de Mário Crespo»
No PÚBLICO: "A SIC Notícias decidiu suspender o programa Plano Inclinado em que Mário Crespo contava com o comentador da estação Medina Carreira para debater a situação económica do país. O canal não avança nada em concreto sobre o futuro do programa, que ia para o ar ao sábado à noite." [notícia integral]
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
quinta-feira, fevereiro 03, 2011
«A economia do jornalismo é efetivamente muito simples»
No Ondas na Rede, prosa de Paulo Querido: "Deixemos de lado por um momento os yes-man pagos para pensar o contrário e aceitemos o que julgo estar suficientemente demonstrado: que no mundo off-line nunca descobrimos um modelo económico para sustentar o jornalismo usando exclusivamente, ou principalmente, a sua produção como produto (mais aqui). O modelo dominante, de muito longe, é o da venda da atenção dos leitores a anunciantes, embalando a publicidade destes rodeando os conteúdos jornalísticos. A escassa quantidade de exemplos do contrário é eloquente." [artigo integral]
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sexta-feira, janeiro 28, 2011
«Escrita jornalística»
No Emoções Básicas, uma prosa de Luís Naves: "Muitas pessoas pensam que a literatura tem semelhanças à escrita de jornal, mas julgo que as diferenças são imensas. O jornalismo é uma amálgama de pontos de vista e tenta chegar a uma visão do mundo. A literatura é geralmente um ponto de vista que tenta alcançar a essência do mundo." [post integral]
quinta-feira, janeiro 13, 2011
'O futuro do jornalismo'
No A Devida Comédia, de Miguel Carvalho: "Nunca gostei de discutir o jornalismo na base de um conflito de gerações. Aprendi muito com todas. E assim continuo. Na minha «família» do DN, onde entrei em finais de 1989, havia um conjunto de pessoas tarimbadas e com um profissionalismo exemplar. Além disso, eram bons camaradas, com toda a carga fraterna, leal e frontal que a palavra encerra. Camaradas que ensinaram e partilharam tudo o que sabiam com os mais jovens, sem preconceitos nem paternalismos. Talvez seja esta a receita." [post integral]
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'Há futuro para o papel?'
N'O Jornalista.com: "A cada novo avanço tecnológico, antigas discussões são retomadas. O canibalismo midiático sempre esteve em alta, porém com o aumento nas vendas dos e-readers, tablets etc, voltamos a nos perguntar: Os meios impressos deixarão de existir? Particularmente eu acho que não e acredito na longevidade do papel." [post integral]
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quarta-feira, janeiro 12, 2011
«Carlos Castro: a culpa é sempre dos gays, não é?»
No Expresso, a opinião de Henrique Raposo: "É impressionante o ódio que varre as caixas de comentários: coisas do estilo "esse maricas estava mesmo a pedi-las", "a culpa só pode ser da bichona e não do miúdo, coitadinho". Os jornais vão permitir este tipo de lixo até quando?" [artigo integral]
quinta-feira, janeiro 06, 2011
«Ver TV no computador»
No DN, por Nuno Azinheira: "É certo que as audiências ainda não o mostram, nem é crível que o venham a revelar tão cedo, mas a televisão é hoje muito mais do que as imagens a que assistimos diariamente instalados no sofá lá de casa. Com o crescimento do site de vídeos YouTube e a massificação de redes sociais como o Facebook, a televisão para a maior parte da nova geração de espectadores é passada em frente ao computador." [artigo integral]
segunda-feira, novembro 15, 2010
«Apostas ganhas»
Opinião de Nuno Azinheira, no DN: "Com quase um mês de exibições (o programa começou no dia 18 de Outubro), é possível dizer, sem margem para discussões, que Hoje, o novo serviço informativo da RTP2, é uma aposta ganha, diferenciada e de qualidade da estação pública de televisão. E é também a prova que é possível num canal com as especificidades da 2 fazer algo moderno, que não é sensaborão, confirmando ao mesmo tempo a excelência dos conteúdos, sem aditivos como os irritantes oráculos." [artigo integral]
sexta-feira, novembro 05, 2010
«Nicholas Negroponte: 'Facebook y Twitter no son tan importantes'»
No ABC, via PontoMedia: "El gurú de las nuevas tecnologías y fundador del proyecto «Un ordenador para cada niño» asegura que si no estás en Internet no existes pero resta valor a las redes sociales como herramientas de comunicación global" [artigo integral]
En poco tiempo, para 2015, la prensa escrita no existirá y todos nos acostumbraremos a informarnos a través de la Red e incluso dejaremos de lado la televisión. A una minoría le costará adaptarse pero se darán cuenta de que si no lo hacen, se quedarán fuera de la sociedad.
«IQJ*»
Prosa de Fernanda Câncio, no DN: "Ontem à tarde, no Twitter, o investigador do Instituto de Ciências Sociais Pedro Magalhães referia que Portugal subira um lugar, de 41.º para 40.º, no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU. Logo de seguida retuítou (difundiu) um tuíte de José Manuel Fernandes, ex-director do Público, com o linque de uma notícia do Expresso que anunciava uma descida de seis lugares para o país no IDH. Tentando perceber o motivo da discrepância, Magalhães foi investigar e descobriu que os critérios do IDH mudaram, pelo que as posições dos países também." [artigo integral]
terça-feira, outubro 26, 2010
«Os donos do silêncio»
Prosa de Óscar Mascarenhas de há dois dias no JN: "Cinco dos mais proeminentes líderes de um partido com representação na Assembleia da República lançaram na semana que passou um livro feito em conjunto. Este simples facto seria notícia de tomo e com seguimentos em qualquer país de imprensa livre. Fosse qual fosse o livro - mesmo de anedotas." [artigo integral]
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quarta-feira, setembro 08, 2010
«Jornalismo de 'serviço'»
No JN, a opinião de Manuel António Pina: "A entrevista "non stop" que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer "serviço público". [artigo integral]
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