Na revista Meios & Publicidade: "Nos dias 9 e 11 de Agosto o semanário Sol, que chegará às bancas a 16 de Setembro, vai dar continuidade ao processo de selecção para a contratação de jovens jornalistas. Esta decisão foi tomada pelos responsáveis do jornal ?não porque os jornalistas já contratados não sejam bons, mas porque houve uma série de candidatos que não conseguiram fazer a selecção na outra data?, explicou Mário Ramirez, subdirector do semanário, ao M&P. Na primeira fase de selecção, realizada em Junho, prestaram provas 200 candidatos, dos quais 20 foram convidados a integrar a equipa do jornal e, de acordo com Mário Ramirez, "alguns" outros vão ser convidados a colaborar com o semanário Esta nova vaga de pretendentes a um lugar no Sol, cerca de 80, não terão, no entanto, a possibilidade de uma integração imediata no quadro da empresa, já que a ideia ?é ficar com alguns deles como colaboradores? para que num futuro próximo o jornal tenha uma base de jornalistas que possa chamar para a sua equipa fixa."
segunda-feira, agosto 07, 2006
Sol continua processo de selecção de jornalistas
Na revista Meios & Publicidade: "Nos dias 9 e 11 de Agosto o semanário Sol, que chegará às bancas a 16 de Setembro, vai dar continuidade ao processo de selecção para a contratação de jovens jornalistas. Esta decisão foi tomada pelos responsáveis do jornal ?não porque os jornalistas já contratados não sejam bons, mas porque houve uma série de candidatos que não conseguiram fazer a selecção na outra data?, explicou Mário Ramirez, subdirector do semanário, ao M&P. Na primeira fase de selecção, realizada em Junho, prestaram provas 200 candidatos, dos quais 20 foram convidados a integrar a equipa do jornal e, de acordo com Mário Ramirez, "alguns" outros vão ser convidados a colaborar com o semanário Esta nova vaga de pretendentes a um lugar no Sol, cerca de 80, não terão, no entanto, a possibilidade de uma integração imediata no quadro da empresa, já que a ideia ?é ficar com alguns deles como colaboradores? para que num futuro próximo o jornal tenha uma base de jornalistas que possa chamar para a sua equipa fixa."
O dia D
É hoje, pelo menos para a Mariana, que começa o estágio na revista VISÃO, e para a Isabel, que ínicia estágio no jornal PÚBLICO. Boa sorte!
«A última descida»
A despedida da McGee: "É no final que descemos juntinhos o Lavra, em silêncio, como que para sentir apenas os pensamentos que gritam em uníssono? «É a última vez»".
E a da Filipa: "Encerrou-se um ciclo. O curso de Formação Geral em Jornalismo acabou da melhor maneira: com um jantar e muita sangria à mistura. [...] E obrigada por preencherem oito meses extraordinários da minha vida. Venham mais jantares e mais sangria!".
A minha é simples: até sempre, colegas!
[A foto é da Filipa]
sexta-feira, julho 28, 2006
As conturbadas Relações Internacionais
De Pyongyang a Beirute
O contributo do Nuno para a Revista: "Num período conturbado na Coreia do Norte e no Líbano, que explicação tem para ambos os casos a ciência que se dedica ao estudo das relações entre os Estados, as Relações Internacionais? Nuno Santiago de Magalhães, doutorando e investigador na Disciplina, responde à pergunta." [artigo integral]
Maiores veleiros do mundo visitam o Tejo
A reportagem do Luís para a Revista: "O rio Tejo, em Lisboa, foi o palco da Regata dos Grandes Veleiros, um dos maiores acontecimentos náuticos do mundo. A avaliar pelos relatos, foi uma experiência única para tripulações e visitantes." [artigo integral]
terça-feira, julho 25, 2006
Jornalistas e fontes «negoceiam» relações
No Diário de Notícias: "A relação entre jornalistas e fontes de informação é complexa, marcada por rotinas e interesses vários, apoiada num confronto mais ou menos difícil de gerir entre as esferas pública e privada. "Mas essa relação é, sobretudo, negociada. É esse o adjectivo que melhor a define", afirma ao DN o professor universitário Rogério Santos, que no seu livro A Fonte não Quis Revelar (ainda sem data de lançamento) quis "estudar o jornalismo e a notícia" para compreender a sociedade actual. "A notícia é fruto da relação e negociação entre jornalistas e fontes, entre várias fontes, jornalistas, meios noticiosos, organizações e a sociedade em geral", defende o autor, com base na observação directa (passou longas horas na secção de Sociedade do DN), em 39 entrevistas e na análise de documentação e de imprensa." [notícia completa]
Jornalismo de T-shirt no país que se assoa à gravata
No Diário de Notícias: "O antropólogo Desmond Morris sustentava, no seu livro A Tribo do Futebol, que, "em teoria, os jogadores podem comparecer no campo em traje de noite ou em calção de banho sem transgredir esta lei" que regula o equipamento. Também nada impede legalmente um jornalista de se apresentar num jantar oferecido por Cavaco Silva no Palácio da Ajuda - em que os convidados trajam de smoking - de T-shirt e chinelos. Em ambos os casos, parece que deve imperar o bom senso. Mas "o bom senso", sintetiza o constitucionalista Jorge Miranda, "não se legisla". Além disso, como escreveu o sociólogo Georg Simmel, até "pode ocorrer que, em círculos inteiros, dentro de uma vasta sociedade, chegue a ser moda ir contra a moda". A polémica está a ser suscitada desde que o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Mendonça, impediu a entrada no hemiciclo a seis jornalistas, alegando que não admite ali o uso de ténis, sandálias, jeans ou T-shirts (neste caso, a "norma" não se aplica às mulheres). A Direcção Regional do Sindicato dos Jornalistas considera "estas atitudes de humilhação para com os profissionais da comunicação social como uma forma de desviar as atenções de vários atropelos e violações que se verificam" na Assembleia, incluindo "linguagem ofensiva e até ameaças físicas entre deputados". [notícia completa]
quarta-feira, julho 19, 2006
Parlamento madeirense impediu a entrada a seis jornalistas
No Jornal Digital: "Funchal - Seis jornalistas foram esta semana impedidos de entrar no Parlamento madeirense, a pretexto de apresentarem roupas inapropriadas, informa esta quarta-feira o Sindicato de Jornalistas (SJ). Dois repórteres do «Diário de Notícias da Madeira» e um da RTP Madeira foram barrados à entrada da Assembleia Legislativa da Madeira na passada segunda-feira e ontem, terça-feira, o mesmo aconteceu com dois jornalistas das delegações regionais da RDP e da TSF, lê-se no comunicado do SJ. Em ambos os casos, a justificação apresentada pelo presidente da assembleia, Miguel Mendonça, foi a não admissão do uso de ténis, sandálias, calças de ganga ou camisolas, excepção feita às mulheres, neste último caso. A direcção regional da Madeira do SJ apelida esta tomada de posição de «excesso de zelo» e «vê estas atitudes de humilhação para com os profissionais da comunicação social como uma forma de desviar as atenções de vários atropelos e violações que se verificam na Assembleia Legislativa»." [notícia completa] [notícia no Correio da Manhã e no Portugal Diário]
terça-feira, julho 18, 2006
segunda-feira, julho 17, 2006
Protocolo do CENJOR
Outra entrada do baú, a título de curiosidade. É o protocolo de criação do Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (CENJOR). Está disponível, aqui, na página do Instituto de Comunicação Social.
«Blog do Cenjor»
É um post tardio, mas justifica-se. Tropecei no blog dos "formandos/as do Curso de Formação Geral em Jornalismo (2006) do CENJOR"... Calma, não somos nós. É o blog que a outra turma fez no atelier de formação online. Só faltou alguém explicar ao formador que existem duas turmas...
quinta-feira, julho 13, 2006
quarta-feira, julho 12, 2006
Campeonato do Mundo - Alemanha 2006
A quarta vez de Itália
A opinião do Nuno, na Gazeta n.º 2: "Chegou ao fim o Mundial da FIFA - Alemanha 2006. Um mês e 64 jogos depois, a final de Berlim consagrou a Itália como a nova campeã do Mundo. A Squadra Azzura é agora a segunda selecção com mais títulos, quatro, a seguir ao pentacampeão Brasil." [artigo integral]
quarta-feira, julho 05, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
Portugal x Inglaterra - MundiaL 2006
A História também se repete
O destaque do Nuno, na Gazeta n.º 1: "Quarenta anos depois dos "Magriços", em 1966, Portugal volta a estar presente nas meias-finais de um Mundial. Contra a Inglaterra, a fazer lembrar o Europeu de 2004, Ricardo voltou a ser o herói do jogo. Neste momento, Portugal é uma das quatro melhores selecções do Mundo". [artigo integral]
domingo, julho 02, 2006
«Jornalismo está enfermo de espírito crítico»
Na secção de Media do Diário de Notícias: "Diz-se "um soldado anónimo da imprensa açoriana". Quem o conhece vinca o seu carácter forte, incisivo, polémico. Aos 90 anos, falou ao DN em vésperas de uma homenagem que culmina, amanhã, com a entrega de um livro da sua altura (aquém, seguramente, do seu tamanho...) à Biblioteca Nacional. Pouco (re)conhecido no continente, Manuel Ferreira é figura de proa da cultura açoriana. Saiu da sua pena o livro de contos O Barco e o Sonho, que Zeca Medeiros adaptou à televisão."
quarta-feira, junho 28, 2006
Martin Adler
Sobre o post anterior: ler o artigo de opinião do jornalista Pedro Rolo Duarte, no Diário de Notícias: «No fim-de-semana passado vi uma noticia no Público e no DN com um título basicamente igual que dizia: "Jornalista sueco assassinado na Somália." Todos os dias morrem jornalistas por esse mundo fora, nomeadamente nos países de alto risco, e este seria mais um profissional morto em combate, que é como que diz, em serviço. Vi o título, mas não li a notícia. No dia seguinte, no blogue de Francisco José Viegas, percebi que o jornalista sueco não era um anónimo para os portugueses, pelo contrário, e que a notícia dos jornais deveria ter sido escrita por alguém muito distraído. Tão distraído que passara ao lado do essencial: o profissional assassinado era Martin Adler, um dos repórteres que encheram de talento as páginas da Grande Reportagem e do Expresso, com textos e imagens captadas no centro dos furacões políticos e sociais do globo, da Chechénia ao Afeganistão, da Etiópia ao Sudão. Um jornalista cuja relação com a imprensa portuguesa não era puramente comercial, mas antes de envolvimento e colaboração. Nunca conheci Martin Adler nem sei como ele "chegou" até nós, mas sentia-o sempre como um sueco "um bocadinho" português.»
terça-feira, junho 27, 2006
sexta-feira, junho 23, 2006
Jornalista sueco morto durante manifestação na Somália
No PÚBLICO.PT: "Um jornalista sueco foi morto hoje, a tiro, em Mogadíscio, durante uma manifestação organizada na sequência da assinatura de um acordo de reconhecimento mútuo pelo Governo da Somália de transição e pela União dos Tribunais Islâmicos, como se designa o grupo associado às milícias islâmicas, que controlam a capital. O jornalista Martin Adler, de 47 anos, foi abatido por um indivíduo, quando assistia a uma manifestação que reuniu perto de 4000 pessoas em apoio aos tribunais islâmicos no sul da capital somali. De acordo com uma testemunha, que falou à AFP, sob condição de anonimato, a morte do repórter "não foi um acidente", mas "uma morte deliberada por alguém que pretendia matar um jornalista". O Ministério dos Negócios Estrangeiros sueco já confirmou, em comunicado, a vítima foi identificada como sendo "Martin Adler, fotógrafo e cidadão sueco". Adler, que já tinha estado em trabalho na Tchetchénia, Afeganistão e Irão e recebido o Prémio Rory Peck Trust, em 2004, trabalhava para o tablóide sueco "Aftonbladet".
quarta-feira, junho 14, 2006
Falso arrastão e extrema-direita marcaram agenda
No Diário de Notícias: "São muitas as preocupações levantadas pela comunicação social em 2005, porque muitas foram também as notícias sobre discriminação racial e imigração que marcaram os destaques mediáticos. Racismo, extrema-direita, o pseudo-arrastão em Carcavelos, bairros sociais, a exclusão. De tudo isto fala o Relatório de Imprensa 2005, apresentado ontem pelo SOS Racismo na Feira do Livro de Lisboa. Passando em revista (de forma temática e cronológica) os artigos publicados ao longo do ano passado na imprensa nacional, o documento recém-publicado analisa agora o tratamento dado às minorias étnicas, com base na informação disponível no blogue do SOS Racismo. Ao todo, são 140 as páginas que se desdobram em considerações sobre a exclusão social nos bairros periféricos dos grandes centros urbanos, sobre políticas de integração e educação."
sexta-feira, junho 09, 2006
Sul TV
O canal cabo, que deverá começar a emitir no início de 2007, que se propõe servir a região do Alentejo nasceu oficialmente no dia de ontem, ao ser assinada a escritura pública da sua constituição.
A Sul TV, cujo investimento deverá rondar um milhão de euros, irá montar os seus estúdios na Herdade do Cortiço, em Montemor-o-Novo, estando também prevista a criação de duas delegações, em Lisboa e no Algarve.
?A Sul TV pretende ser, para as pessoas da área de cobertura da mesma [Alentejo e Algarve] um objecto de diálogo e uma voz forte de diálogo para com as outras regiões?, referiu João Grego Esteves, director geral da estação, ao M&P no passado mês de Janeiro.
O canal deverá contar com uma estrutura de 40 profissionais, entre jornalistas, repórteres de imagem e técnicos, e tem entre os seus fundadores o empresário Rui Nabeiro, o músico Paco Bandeira e Luís Afonso, cartoonista do Público, segundo informou a Lusa.
Meios & Publicidade
A Sul TV, cujo investimento deverá rondar um milhão de euros, irá montar os seus estúdios na Herdade do Cortiço, em Montemor-o-Novo, estando também prevista a criação de duas delegações, em Lisboa e no Algarve.
?A Sul TV pretende ser, para as pessoas da área de cobertura da mesma [Alentejo e Algarve] um objecto de diálogo e uma voz forte de diálogo para com as outras regiões?, referiu João Grego Esteves, director geral da estação, ao M&P no passado mês de Janeiro.
O canal deverá contar com uma estrutura de 40 profissionais, entre jornalistas, repórteres de imagem e técnicos, e tem entre os seus fundadores o empresário Rui Nabeiro, o músico Paco Bandeira e Luís Afonso, cartoonista do Público, segundo informou a Lusa.
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quinta-feira, junho 01, 2006
Bora lá!
Após três anos de contenção de custos e de uma reorganização interna que levou ao emagrecimento da estrutura da agência noticiosa Reuters, a empresa encontra-se agora num processo de recrutamento de novos profissionais.
Com as novas aquisições a Reuters passará a ter nos seus quadros cerca de 2400 jornalistas, divididos por 196 escritórios em 130 países. No entanto, este número ainda se encontra distante dos 2.500 profissionais que a agência albergava em 2000. Parte destes jornalistas serão encaminhados para delegações da Reuters no continente asiático, como Singapura, China e Índia.
A empresa, fundada em 1851 por Paul Julius Reuter, está também a preparar uma larga cobertura para o Mundial da Alemanha, mobilizando para tal a sua delegação no país, assim como 56 fotógrafos, mais 11 da Action Images, uma agência de informação desportiva adquirida pela Reuters em Setembro, 40 jornalistas, produzindo textos em quatro línguas, e 10 técnicos de imagem.
In Meios e Publicidade
Com as novas aquisições a Reuters passará a ter nos seus quadros cerca de 2400 jornalistas, divididos por 196 escritórios em 130 países. No entanto, este número ainda se encontra distante dos 2.500 profissionais que a agência albergava em 2000. Parte destes jornalistas serão encaminhados para delegações da Reuters no continente asiático, como Singapura, China e Índia.
A empresa, fundada em 1851 por Paul Julius Reuter, está também a preparar uma larga cobertura para o Mundial da Alemanha, mobilizando para tal a sua delegação no país, assim como 56 fotógrafos, mais 11 da Action Images, uma agência de informação desportiva adquirida pela Reuters em Setembro, 40 jornalistas, produzindo textos em quatro línguas, e 10 técnicos de imagem.
In Meios e Publicidade
Clube de Jornalistas de hoje: Porque é que não há jornalismo multimédia em Portugal?
A não perder, na 2:. Sobre o programa: "O Clube de Jornalistas, que acaba de festejar o seu 20º aniversário, tem um programa com o seu nome na 2:. O programa é semanal, tem a duração de 50 minutos, vai para o ar às quintas-feiras e constitui o único espaço existente nas televisões portuguesas dedicado exclusivamente ao mundo da informação. Em estúdio estão: o "pivot" e três convidados que analisam o tratamento dado pelos media nacionais e internacionais aos grandes acontecimentos. Pequenas reportagens e depoimentos de jornalistas e personalidades de algum modo ligadas ao mundo da informação contribuem para este programa. Ao longo das emissões são abordadas, entre muitas outras, questões ligadas ao ensino do jornalismo, à imprensa regional, à imprensa desportiva, à memória do jornalismo, à utilização da língua portuguesa nos media nacionais, aos bastidores das redacções ou à legislação do sector. O Clube de Jornalistas, que ao longo dos seus 20 anos de vida criou os Jogos de Jornalistas, os Prémios Gazeta (os mais prestigiados do país na área do jornalismo) e a Revista "JJ- Jornalistas e Jornalismo", inicia o ano de 2004 com estas duas novas iniciativas de grande alcance no mundo da informação em Portugal - este programa televisivo e um sítio na Net também destinado a analisar e a debater o mundo da informação em todas as suas vertentes. Este programa conta com a participação da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa."
segunda-feira, maio 22, 2006
PRÓS E CONTRAS: Quem manda no jornalismo?
domingo, maio 21, 2006
A Comunicação Social e a Educação para o Desenvolvimento
O CENJOR, em parceria com a Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura (CIC), vai promover no próximo dia 24 de Maio, entre as 09:30 e as 18:00, em Lisboa, uma conferência internacional sobre o tema "Comunicação Social e a Educação para o Desenvolvimento", destinada a jornalistas e outros profissionais dos media e aberta a outros profissionais interessados na temática. [ver programa]
quinta-feira, maio 11, 2006
Filho de Chissano envolvido na morte de jornalista, diz PGR
No Diário Digital: "Nyimpine Chissano, filho mais velho do antigo presidente moçambicano Joaquim Chissano, foi formalmente acusado de envolvimento na morte do jornalista Carlos Cardoso, confirmou hoje à Agência Lusa o Procurador-Geral da República de Moçambique. Segundo a procuradora-chefe da cidade de Maputo, Virgína Maria, hoje citada pelo semanário Zambeze, editado em Maputo, o processo em que Nyimpine Chissano é indiciado de participação no assassínio de Carlos Cardoso, em 2000, foi remetido ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo." [notícia completa]
quarta-feira, maio 10, 2006
Repórteres Sem Fronteiras preocupada com aumento de morte de jornalistas no Iraque
Na RTP: "A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) mostrou-se hoje preocupada com o aumento dos assassínios de jornalistas no Iraque, depois da descoberta, em quatro dias, dos cadáveres de cinco membros da imprensa assassinados. "O princípio do mês tem sido particularmente sangrento para a imprensa no Iraque", indicou em comunicado a RSF, que contabiliza 93 profissionais dos média assassinados no país desde o início da guerra, em Março de 2003, 18 deles este ano. A organização de defesa da liberdade de imprensa "já não encontra palavras para expressar o seu horror perante o drama que padece a imprensa iraquiana". [notícia completa]
segunda-feira, maio 08, 2006
Leitores de jornais regionais aumentam 6,7% entre 2003 e 2005
No Diário de Notícias: "A audiência da jornais regionais cresceu 6,7% entre o ano de 2003 e 2005, o equivalente a mais 282 574 edições lidas . De acordo com dados da Marktest - Bareme Imprensa Regional -, a quota de audiência de pessoas que diz ter o costume de ler ou folhear jornais regionais evoluiu de 50,9% (4,2 milhões), em 2003, para 51,4%, em 2004, e para 54,3% (4,5 milhões) em 2005. Contrária e proporcionalmente, os leitores que referem não ler estas publicações diminuiu, situando-se, em 2005, nos 3,7 milhões de leitores."
domingo, maio 07, 2006
Jornais online em Portugal esperam por investimento
No PÚBLICO.PT: "As edições online de jornais em Portugal irromperam na década de noventa e dispararam aproveitando o impulso do boom da net à escala mundial. Mas, passada a euforia, o jornalismo online português, que já leva uma década, continua a não conseguir atrair investimento. E vive uma espécie de crise de adolescência, à espera de um novo disparo que lhe permita crescer. No relatório da organização norte-americana Projecto para a Excelência no Jornalismo, de 2006, os especialistas avisavam: "Há uma crise dos media tradicionais e a tendência futura passa pela Net, o que não significa o fim do jornalismo mas a alvorada de uma nova era desta velha profissão". [notícia completa]
quarta-feira, maio 03, 2006
«Imprensa escrita?»
Aconselho a leitura deste interessante post do Blogouve-se. O jornalista João Paulo Meneses escreve sobre um erro comum, explicado no Ciberduvidas: «Imprensa escrita é pleonasmo agravado».
16º Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
Na Rádio Renascença: "As organizações internacionais de jornalistas comemoram hoje o 16º Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, chamando a atenção para 2005, considerado como o mais mortífero da última década. De acordo com a Repórteres Sem Fronteiras (RSF), mais de 60 jornalistas foram mortos no ano passado enquanto realizavam o seu trabalho, tendo mais de 800 sido presos e mais de 1.300 sido atacados ou ameaçados fisicamente. De acordo com a RSF foram censurados mais de 1.000 órgãos de informação (metade dos quais no Nepal), o que representa um aumento de 63% relativamente a 2004." [notícia completa]
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